O artigo presente tem como objetivo mostrar os diversos questionamentos acerca da transexualidade, questionamentos estes que são pautados por varias desinformações, senão voltado para um enfoque “estranho”, mais do que ao comum e às necessidades das pessoas transexuais de ambos os sexos.
Dessa forma torna-se necessário esclarecer o que essa experiência significa e como os transexuais são afetados e a própria sociedade.
A definição sintética que pode ser feita é que para uma pessoa que reivindica o reconhecimento social e legal para o sexo feminino é uma mulher transexual, sendo assim aquele que reivindicam esse reconhecimento para o masculino são homens transexuais, por exemplo, o sexo biológico de uma mulher transexual masculino, porém seu gênero é feminino. A transexualidade tem haver como a pessoa é percebida e percebe o mundo em sua volta no dia a dia.
Sexo é biológico, gênero é social. A transexualidade é uma questão de identidade, não é um distúrbio mental, não é uma doença debilitante ou contagiosa, não é perversão sexual e não tem não tem nada haver com orientação sexual como geralmente se pensa.
Uma pessoa transexual pode reconhecer essa condição desde criança ou, mas tardiamente, por diversas razões seja ela social ou por uma repressão.
Não se sabe o por que uma pessoa é transexual, assim, acabam surgindo várias teorias. Umas dizem que é biológico, outra que é social, outras que é uma mistura de questões biológicas e sociais, mas o importante é que ser transexual não é uma benção nem uma maldição é apenas uma condição.
As transexuais não podem ser confundidas com drag queens, que são artistas que utilizam a feminilidade estereotipada nas apresentações. Trans são diferentes de lésbicas e gays mesmo que enfrentem obstáculos semelhantes. Homossexuais se sentem atraídos pelo mesmo sexo, e não tem nenhum problema com sua identidade, ao contrário das trans.
Transexuais se sentem em um corpo estranho tentando assim, adéqua seu corpo ao seu estado psíquico, dessa maneira encontrando um segundo nascimento.