segunda-feira, 29 de novembro de 2010


Como tudo neste mundo existem exceções, existem Trasexuais que conseguem obter sucesso com determinação como foi o caso da filha do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo, Lea T. é a nova estrela brasileira do mundo da moda. Lea, que até recentemente era Leo, ou Leonardo, e se dividia entre a moda e os estudos de medicina veterinária, foi selecionada pelo estilista Ricardo Tisci para a campanha da grife Givenchy.
Antes de atuar como modelo, Lea trabalhou como assistente de Tisci, e foi elogiada publicamente por ele. “Ela sempre foi muito feminina, frágil, aristocrática”, contou o estilista, que considera Lea “parte da família”. “Ela ajuda a explicar a dicotomia masculino-feminino no meu trabalho”.

Curiosidade IIª parte

A Tailândia é famosa pela tolerância com os homens transexuais e a presença deles é visível no cotidiano do país.
A cirurgia de mudança de sexo se tornou uma especialidade na indústria tailandesa de saúde e é relativamente barata no país, o que atrai pacientes de diversas partes do mundo.

Curiosidades

Curiosidades:
Um banheiro para transexuais instalado numa escola de ensino médio na Tailândia virou sucesso entre os alunos da instituição. Depois de uma pesquisa apontar que 20% dos alunos se consideravam transexuais.
De acordo com o diretor, Sitisak Sumontha, esses estudantes eram importunados por outros alunos quando usavam os banheiros masculinos. Quando passaram a usar as instalações para as meninas, a situação não melhorou. Com isso a diretoria da escola decidiu construir os banheiros para transexuais, cuja entrada traz uma placa com um boneco rosa e azul, metade feminino, metade masculino.

Alberto Sola

sábado, 27 de novembro de 2010

ASPECTOS TRANSEXUAIS

Uma transexual é uma pessoa que tem plena consciência inalterável que pertence ao sexo oposto ao que consta em seu registro de nascimento negando de forma convicta seus órgãos sexuais externos. Deseja reparar este erro biológico através de cirurgia.
Uma das concepções diz que o transexual masculino é uma mulher com o corpo de homem e transexual feminino o oposto. Tem segundo VIEIRA (2000), portador de neurodiscordância de gênero, tendo reações que são próprias do sexo que se identifica psiquicamente e socialmente.

A primeira cirurgia realizada nos Estados Unidos, em 1959, porém foi resultado de um equívoco. A paciente foi tomada como uma jovem mulher de genitália masculina ambígua, quando na verdade era um rapaz que desde os 12 anos, tomara hormônios prescritos à sua mãe, e assim produzira as suas características corporais femininas. Ele foi tão convincente em seu desempenho que os médicos da clínica de Robert Stoller aceitaram a sua versão de que Le se transformara em mulher “naturalmente” na adolescência, especulando que tivesse sofrido alguma “lesão difusa” nos testículos. “Sete anos depois da cirurgia, porém, Agnes confessou a ingestão de hormônios, embaraçando Stoller e fazendo-o admitir que “ela”, na verdade, “era um transexual”. (SIMÕES; FACCHINI, 2009, P.50)
No Brasil o Conselho Federal de Medicina, em 10 de setembro de 1997, através da Resolução 1,482/97, autorizou a titulo de experiência em hospitais universitários ou hospitais públicos a realização de cirurgia de transgenitalização do tipo neocolpovulvaplatia, neofaloplastia e ou procedimento de gônadas e caracteres sexuais secundárias como tratamento dos casos de transexualismo. No dia 8 de abril de 1998, Edison M. (Bianca) submete se a primeira cirurgia legal de troca de sexo passou por critérios estabelecidos pela resolução, no qual deve ser avaliada pelo Departamento de Medicina Legal, Genética Médica e de Endocrinologia para atesta sua transexualidade.
A partir do momento em que o direito admite a adequação de sexo deve ser coerente e reconhecer ao transexual os direitos a contrair matrimônio e os direitos do seu sexo novo.

TRANSEXUAIS NOMECLATURA

O termo transexual surgiu na no ano1950 pelo uso de um profissional, para designar uma pessoa que almejasse viver outro gênero sexual sendo ela contrária ou não ao uso de hormônios e intercepções cirúrgicas. Segundo Athayde(2001) entre os anos 1960 e 1970 os clínicos começaram a utilizar o termo “verdadeiros transexuais” visto que este nome determinaria aqueles que comprovadamente, viveriam em condições melhores, após freqüentarem seções terapêuticas e como conseqüência aconteceria um processo cirúrgico genital.
Neste mesmo período surgiram associações internacionais que se organizaram em prol da produção do conhecimento específico referente à transexualidade, o termo ganhou visibilidade trazendo desta forma diagnósticos diferenciado dos gays, lésbicas e travestis.
O livro El fenómeno transexual, de Harry Benjamin, publicado em 1966, forneceu as bases para se diagnosticar o “verdadeiro” transexual. Neste livro são estabelecidos os parâmetros para avaliar se as pessoas que chegam às clínicas ou aos hospitais solicitando a cirurgia se são “transexuais de verdade.” (BENTO, 2002, p.3)
A partir de 1994, o termo transgênero, foi adotado para designar a pessoa que apresentasse uma “disforia de gênero”, ou seja, todas as pessoas que estavam em desconformidade entre o sexo atribuído ao nascer, e o percebido por ele mesmo depois de algum tempo. Desta forma, foi regularizado o “tratamento” (cirurgia, acompanhamento psicológico, etc.) para pessoas transexuais de todo o mundo.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Introducao

Este artigo tem como objetivo principal descrever o cotidiano dos transexuais, e as dificuldades encontradas por esse grupo, para inserir-se dentro de uma sociedade preconceituosa e às vezes violenta. Enfatizar a vitória de alguns transexuais por se  destacarem  pelo  trabalho longe das ruas e da prostituição .

O presente artigo visa contribuir e esclarecer acerca do tema transexualidade, diferenciando o travesti do transexual, abrindo assim a discussão de gêneros em nosso cenário cotidiano. Mostrando também as mudanças ocorridas nas últimas décadas, ao que se refere do aspecto constitucional e do direito da personalidade inerente ao transexual.
Dentro do conteúdo do trabalho encontra-se uma entrevista com a Walkiria La Roche,  Diretora do Centro de Referencia LGBT de Minas Gerais, a qual nos orientou e nos informou sobre as respectivas dúvidas, abordagens e discussões.

domingo, 7 de novembro de 2010

A BUSCA POR UMA IDENTIDADE:

O artigo presente tem como objetivo mostrar os diversos questionamentos acerca da transexualidade, questionamentos estes que são pautados por varias desinformações, senão voltado para um enfoque “estranho”, mais do que ao comum e às necessidades das pessoas transexuais de ambos os sexos.
Dessa forma torna-se necessário esclarecer o que essa experiência significa e como os transexuais são afetados e a própria sociedade.
A definição sintética que pode ser feita é que para uma pessoa que reivindica o reconhecimento social e legal para o sexo feminino é uma mulher transexual, sendo assim aquele que reivindicam esse reconhecimento para o masculino são homens transexuais, por exemplo, o sexo biológico de uma mulher transexual masculino, porém seu gênero é feminino. A transexualidade tem haver como a pessoa é percebida e percebe o mundo em sua volta no dia a dia. [1]
            Sexo é biológico, gênero é social. A transexualidade é uma questão de identidade, não é um distúrbio mental, não é uma doença debilitante ou contagiosa, não é perversão sexual e não tem não tem nada haver com orientação sexual como geralmente se pensa.
Uma pessoa transexual pode reconhecer essa condição desde criança ou, mas tardiamente, por diversas razões seja ela social ou por uma repressão.
Não se sabe o por que uma pessoa é transexual, assim, acabam surgindo várias teorias. Umas dizem que é biológico, outra que é social, outras que é uma mistura de questões biológicas e sociais, mas o importante é que ser transexual não é uma benção nem uma maldição é apenas uma condição.
As transexuais não podem ser confundidas com drag queens, que são artistas que utilizam a feminilidade estereotipada nas apresentações. Trans são diferentes de lésbicas e gays mesmo que enfrentem obstáculos semelhantes. Homossexuais se sentem atraídos pelo mesmo sexo, e não tem nenhum problema com sua identidade, ao contrário das trans.
Transexuais se sentem em um corpo estranho tentando assim, adéqua seu corpo ao seu estado psíquico, dessa maneira encontrando um segundo nascimento.